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Diocese de Bagé, Rio Grande do Sul, Brazil
A Ação Social Diocesana/ Cáritas Diocesana foi fundada no dia 22 de janeiro de 1967.Desde a sua fundação, a Ação Social tem sido uma entidade sem fins lucrativos e integrada a Cáritas Brasileira e Regional/RS. Dinamizar suas iniciativas de animação e articulação da caminhada dos grupos por ela assistidos, é a proposta deste blog. Boa leitura!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Diocese de Santo Angelo convida para 35ª Romaria da Terra

Estamos a caminho de mais uma Romaria da Terra no Rio Grande do Sul

Há 35 anos, sempre na terça-feira de Carnaval, o povo peregrino se reúne em romaria.Ela é o grande momento celebrativo da presença de Deus Libertador nesta realidade de angústias, esperanças e vitórias dos milhares de pobres da terra e dos que com eles se solidarizam .

A Diocese de Santo Ângelo, através de seu Bispo Diocesano D. Clemente Weber, padres e lideranças, chama todas as comunidades romeiras, seja da própria diocese anfitriã como detodas as dioceses do Rio Grande do Sul, para participarem da 35ª Romaria da Terra.

A Comissão Pastoral da Terra (CPT/RS), a Diocese, juntamente com a Paróquia Ascensão do Senhor, da Comunidade de Bom Princípio Baixo, acolhe a todos. É momento oportuno para nos encontrarmos, refletirmos e celebrarmos juntos à luz do tema da romaria: “AGRICULTURA FAMILIAR CAMPONESA: VIDA COM SAÚDE”. AGRICULTURA FAMILIAR CAMPONESA: espaço sagrado que traz vida e resgata a dignidade dos agricultores e agricultoras.

VIDA: é o maior Dom de Deus. E a terra é fonte de vida. Dela tiramos o sustento e é nela que devemos viver em plenitude.

SAÚDE: é o que nós queremos. É para isso que nós nos organizamos e lutamos: para vida harmoniosa e digna para todos.Vamos fazer deste dia uma festa dos que têm fé. É o “carnaval” dos cristãos comprometidos com o Projeto de Jesus Cristo!

Participe conosco!

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

ENCONTRO DE APRESENTAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE DE 2012


Convidamos os Presbíteros, Congregações Religiosas, Pastorais Sociais e Específicas, Movimentos e Obras Sociais e serviços organizados na Diocese para um Encontro de apresentação da Campanha da Fraternidade de 2012, que tem como tema Fraternidade e saúde pública e como lema Que a saúde se difunda sobre a terra. Esta programação está sendo organizada pela Comissão do Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) e Animação de Campanha da Diocese de Bagé.
Data: 16 de janeiro de 2012 (segunda feira)
Local: Igreja e Salão da Paróquia São Sebastião – Catedral/Bagé
Rua Conde de Porto Alegre, 01 – contatos: 53-32425876 e 32411701.
Objetivos:
- Animar as equipes paroquiais para o compromisso com a CF 2012.
- Divulgar a proposta da CF 2012 através dos Meios de Comunicação.
- Visibilizar o Fundo Diocesano e Nacional de Solidariedade
- Integrar as Paróquias na Festa de São Sebastião (Padroeiro da Diocese)
Programação:
11h - Coletiva com a Imprensa para lançamento do Tema - Catedral
12h - Almoço no salão (apreciação da programação da Festa de São Sebastião)
14h - Apresentação do tema da CF 2012
Apresentação do DVD do Mundo Jovem
Levantamento de sugestões dos compromissos da CF durante o ano
Fundo Diocesano e Nacional de Solidariedade (Projetos, recursos, outros).
17h - Conclusão - horário livre
19h 30 min - 6º dia da Novena em honra a São Sebastião - Catedral
Tema: A Igreja e a Saúde Pública – Celebrante Pe. Alex Kloppenburg
Custos: A Equipe responsável providenciará os custos com assessoria, hospedagem e alimentação dos participantes. Cada Paróquia deverá providenciar o deslocamento de seus representantes. Confirmar a presença até o dia 13 de janeiro/12
Desde já contamos com a divulgação e participação
Comissão do Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS)



Diocese de Bagé

sábado, 24 de dezembro de 2011

É Natal mais um vez


É Natal mais uma vez



É Natal mais uma vez. Que deve ser todos os dias em nossa vida. Por tudo que representa. Por tudo que nos traz.


Natal renova a esperança. Esperança que se torna confiança e certeza da presença do amor de Deus em nossa vida. Esperança que se faz criança. Criança que é símbolo do futuro, da certeza da vida que não pára. Esperança que deve ser alimentada, acalentada e animada todos os dias. Esperança que não podemos deixar morrer em nós.


Natal alerta para a vigilância. Vigilância nos leva a sempre estarmos preparados: sempre alertas! Vigilância que significa estar atento aos apelos de Deus, a fim de ver o que Ele tem a nos dizer, como devemos agir. Vigilância que é “nunca abaixar a guarda”, mas sempre estar disposto a trabalhar por um outro mundo possível.


Natal é convite à conversão. Conversão que é apelo para mudar para melhor a nossa vida e a vida do nosso planeta. A Campanha da Fraternidade deste ano já nos alertava, quando nos convidava a olharmos para a vida do nosso planeta: “Ou mudamos, ou morreremos!”


Natal é olhar para Jesus e refletir sobre as obras que realizamos.


A esperança anima nossa fé, a vigilância nos leva à conversão e esta nos motiva a uma prática concreta. Por meio da ação, de nossas obras, demonstramos que tipo de cristãos somos. Jesus não se definiu por palavras, mas sim pelos sinais que realizava. Uma pessoa que não ama, não faz o bem aos outros, que não é caridosa, não pode dizer que é cristã. Ao nos dizemos seguidores de Cristo, nossas ações e nossa prática devem se assemelhar às Dele.


Natal nos lembra o grande presente de Deus para a humanidade: o seu próprio Filho. Mas lembra também a colaboração humana, nas figuras de Maria, de José e tantos outros personagens da História da Salvação.


Natal nos lembra que Deus entra, por meio de Jesus, na história da humanidade para dela fazer parte para sempre.


Natal nos leva a sermos mais solidários, fraternos, humanos. A escolhermos e a nos gastarmos sempre a favor da vida, a vida que se manifesta em Jesus na sua plenitude. Natal que nos leva a sempre escolhermos o bem.


Feliz Natal para todos. Com Cristo, nossa esperança, o Príncipe da Paz.



A CÁRITAS DIOCESANA DESEJA UM FELIZ E ABENÇOADO NATAL PARA VOCÊ

















quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Confraternização do Centro de Acolhida Esperança dos Pequenos

No dia 27 de novembro (domingo) as crianças e adolescentes que participam do CENTRO DE ACOLHIDA E INCLUSÃO SOCIAL: ESPERANÇA DOS PEQUENOS na Paróquia São Judas Tadeu em Bagé


estiveram reunidos para um dia de confraternização com diversas brincadeiras, reflexões, almoço de apresentações.


O trabalho de inclusão social está sendo desenvolvido com crianças e adolescentes de diversos bairros atendidos pela Paróquia e conta com a disponibilidade de uma valorosa equipe de voluntários/as.



O Centro de Acolhida recebe um apoio financeiro do Projeto Agata Smeralda de Firenze na Itália e a assessoria da Cáritas Diocesana de Bagé.



A meta principal do Projeto é fortalecer o compromisso com a educação por meio de brincadeiras e inclusão digital para garantir a cidadania e esperança dos pequenos



























segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Imagens do IV Congresso e Assembleia da Cáritas Brasileira




Representantes de Rio Grande, Pelotas e Bagé juntamente com Dom Demétrio no IV Congresso e Assembleia da Cáritas Brasileira em Passo Fundo (12/11/11)

Representantes da Cáritas Diocesana de Bagé no Congresso e Assembleia da Cáritas






Mensagem do Congresso da Cáritas Brasileira


Mensagem da Cáritas Brasileira sobre o Congresso realizado em Passo Fundo:

A Cáritas Brasileira, reunida em Passo Fundo - RS nos dias 09 a 12 de novembro de 2011, para a realização de seu IV Congresso e XVIII Assembleia, com 320 pessoas enviadas pelas entidades-membro e regionais, quer trazer para todas as comunidades eclesiais, organismos e pastorais, movimentos sociais, entidades parceiras e toda a sociedade brasileira uma mensagem de esperança.Com a motivação bíblica da Parábola do Semeador, aprofundamos a nossa compreensão sobre Desenvolvimento Solidário Sustentável e Territorial com base nas experiências concretas que a Cáritas, nos diversos estados brasileiros, vem desenvolvendo nos últimos anos. Essas experiências são as Sementes de um Projeto Popular de sociedade que buscamos construir tendo como base o respeito à dignidade humana e a defesa e promoção de vida plena para todas as pessoas. (Cf. Jo,10,10)Este Congresso está acontecendo em meio a uma realidade carregada de sinais contraditórios. Por um lado, somos testemunhas de que, em todas as regiões, há iniciativas de economia solidária, agroecologia, revalorização das culturas dos povos e comunidades tradicionais e mobilização social e controle de políticas públicas. Elas fazem parte do esforço dos empobrecidos para superar a marginalização social e, ao mesmo tempo, são parte da construção do outro desenvolvimento econômico e social, assentado sobre os valores da solidariedade, sustentabilidade e realizado na diversidade dos territórios. O amor a todas as formas de vida geradas pela Mãe Terra e o amor aos irmãos e irmãs em humanidade é seu fundamento mais profundo.Por outro lado, estas e muitas outras iniciativas populares enfrentam as consequências de mais uma crise financeira mundial, que não foi causada pelos empobrecidos, mas é deles que os setores dominantes estão cobrando mais sacrifícios. No Brasil, o esforço para evitar o contágio dessa crise está assentado no aumento de investimentos públicos em grandes obras do PAC e da Copa de 2014; no congelamento das rendas da população trabalhadora e no estímulo ao consumo por meio da oferta de crédito mais facilitado. Para agilizar as grandes obras, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário estão tomando decisões que colocam em risco áreas de preservação permanente e outras áreas ricas em biodiversidade; expulsam comunidades humanas sem respeito aos seus laços de parentesco e vizinhança e promovem a retirada da população de rua, em criminosas operações de “higienização” urbana, sem reconhecer seus direitos e necessidades.Queremos tornar pública nossa posição especialmente em relação a três processos em curso: a mudança do Código Florestal, a criminalização dos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e negação de direitos dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e dos camponeses.Em relação ao Código, deixamos claro que sua nova formulação só será aceitável se definir com clareza normas em favor da defesa do meio ambiente, evitando o cancelamento das dívidas dos grandes proprietários que agrediram a natureza e brechas legais para uma maior destruição do que resta de cobertura vegetal e florestas da Amazônia e dos demais biomas brasileiros. O Código Florestal precisa determinar, com clareza, dispositivos de proteção aos pequenos agricultores, reconhecendo sua importância para a preservação ambiental, com medidas adequadas para que não se inviabilize sua permanência na terra e seja reconhecida sua grande contribuição ao país com a produção de alimentos.Como membros da Cáritas, queremos continuar prestando nossa contribuição ao povo brasileiro através de projetos e programas apoiados por doações voluntárias ou recursos públicos. Reconhecemos as atribuições do Estado e da sociedade civil na formulação e execução de políticas públicas. Por isso, questionamos as medidas adotadas pelo Governo que atingem indistintamente movimentos sociais e organizações da sociedade civil, especialmente a suspensão temporária de projetos sociais que contam com recursos públicos. Se há práticas de corrupção, que sejam fiscalizadas e processadas, aplicando as penas previstas em lei. Se, contudo, a gestão dos recursos está sendo feita com cuidado dentro das finalidades previstas, a suspensão unilateral do governo é uma injustiça com as entidades responsáveis e um grave prejuízo para a população. Exigimos, por isso, a retomada imediata da aprovação de projetos e a liberação dos recursos comprometidos para as entidades em que não há desvios; exigimos, igualmente, que se avance mais rapidamente nos trabalhos que visam a definição do novo marco regulatório das organizações da sociedade civil.Em relação aos povos indígenas, às comunidades tradicionais e aos camponeses, consideramos um desrespeito à Constituição e aos seus direitos o fato que, nos últimos anos, tenham sido praticamente suspensos os processos de reconhecimento e demarcação de territórios indígenas e quilombolas e o processo de reforma agrária. Exigimos que o governo retome de imediato esses processos de demarcação de territórios e de reforma agrária, em diálogo e com participação das organizações indígenas, quilombolas e camponesas, garantindo suas ricas e diversificadas formas de vida e ampliando a produção agroecológica de alimentos.Sob a inspiração da prática e da palavra de Jesus de Nazaré e dos empobrecidos com quem fazemos caminhos de libertação, reafirmamos os seguintes compromissos:- lutar pela democratização do Estado através do fortalecimento da democracia participativa, visando a construção de uma sociedade de Bem Viver;- promover uma cultura de direitos e de emancipação baseada nos princípios éticos de respeito à vida;- empenhar-nos na promoção do protagonismo da juventude, aliando-nos às suas lutas específicas em vista da concretização dos seus direitos;- lutar por políticas públicas de prevenção e de recuperação das condições de vida dos atingidos por desastres socioambientais;- trabalhar, junto com as comunidades tradicionais, pelo respeito à sua cultura e pelo reconhecimento do direito a suas formas de vida e aos seus territórios;- apoiar as lutas pela reforma urbana, pelo direito à cidade onde as pessoas que nela moram vivam com dignidade;- investir na formação de agentes, visando seu crescimento pessoal, seu envolvimento na missão da Cáritas e fortalecendo uma prática de voluntariado ativo, militante e comprometido;- estimular a constituição dos Fundos Solidários, garantindo autonomia nas ações em favor e junto com os excluídos;- aprofundar a prática de trabalho em rede com as CEB´s, pastorais e movimentos sociais, com organizações da sociedade civil, visando maior capacidade de incidência em políticas públicas.Sob a proteção de Maria, mãe de Jesus e nossa, queremos acolher os apelos do povo que clama por paz e vida digna, fazendo sempre o que está ao nosso alcance. Amém, axé, auêre, aleluia!


sábado, 12 de novembro de 2011

Eleito o novo presidente da Cáritas Brasileira



Dom Flávio Giovenale,

da Diocese de Abaetetuba, no estado do Pará, foi eleito com 63% dos votos para ocupar o cargo de presidente da entidade nos próximo quatro anos. No total, 117 delegados participaram deste processo. Dom Flávio recebeu 74 votos e dom Guilherme Antônio Werlang, da diocese de Ipameri (GO), ficou com 43.
O processo eleitoral que teve início ontem, dia 10, durante o IV Congresso e XVIII Assembleia Nacional da Cáritas Brasileira realizado em Passo Fundo (RS), seguiu para hoje, dia 11, pois nenhum dos candidatos recebeu 50% mais um dos votos, conforme prevê o estatuto da instituição.
Anadete Gonçalves Reis foi reeleita ontem para a vice-presidência da entidade com 99% dos votos.
Perfil
O Bispo de Abaetetuba é sacerdote católico da ordem dos salesianos, originário da cidade de Murello, Itália, nascido no dia 06 de maio de 1954.
Estudou Filosofia no Instituto Salesiano de Filosofia e Pedagogia em Lorena, São Paulo entre os anos de 1975 e 1976 e Teologia no Instituto Teológico Pio XI, também em São Paulo, entre 1978 e 1981. Pós graduou-se na Universitá Pontificia Salesiana (Fac. Spiritualitá) em Roma (1984-1985).
Declarou seus votos religiosos em 8 de setembro de 1971 e sua ordenação Presbiteral ocorreu em 20 de dezembro de 1981 em Murello (Itália). Foi ordenado Bispo em 8 de dezembro de 1997 assumindo a Diocese de Abaetetuba.
Antes de ser nomeado Bispo, Dom Flávio Giovenale trabalhou na Pastoral Vocacional no Estado do Pará de 1982 a 1983, foi Reitor do Seminário Menor em Manaus (AM) entre os anos de 1986 a 1989, retornando novamente ao cargo de Reitor do Seminário Maior em Manaus durante um ano (1990-1991); foi Ecônomo da Província de 1992 a 1997 e Procurador Missionário para o Brasil nos anos de 1994 a 1997.
Como Bispo exerceu o cargo de Secretário Executivo nos anos de 1999 a 2003 e Presidente de 2004 e 2007 do Regional Norte 2 da CNBB. Este ano Dom Flávio foi eleito a assumir, pela segunda vez, o cargo de Secretário Executivo da CNBB Norte 2 .


FONTE: Equipe de Comunicação da Cáritas Brasileira

5ª Semana Social Brasileira

mmmmmAs Pastorais Sociais e organismos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vêm realizando desde o início dos anos 90, as Semanas Sociais Brasileiras (SSB). Estes eventos contam com a participação valorosa dos mais diversos agentes das Igrejas e da sociedade organizada de nosso país.
mmmmmA 5ª Semana Social Brasileira, já lançada, propõe como tema de reflexão: “A Participação da Sociedade no Processo de Democratização do Estado Brasileiro”. Tem como objetivo mobilizar as comunidades eclesiais, os movimentos, as pastorais, os organismos e as forças sociais a refletir sobre as estruturas sociais, políticas e econômicas do Estado Brasileiro e participar do processo de sua democratização, promovendo a participação dos pobres e excluídos na construção de um país justo, democrático, solidário e sustentável.
mmmmmJá estão à disposição, nas Edições CNBB, os materiais de orientação da 5ª Semana Social Brasileira, que correspondem a uma primeira etapa do processo que se estenderá até 2013. As pastorais e organismos bem como os movimentos sociais são convidados a divulgar o projeto da Semana Social e procurar colocá-lo no calendário de atividades do próximo ano. Está a disposição o texto de reflexão e o texto com a proposta de instrumental metodológico para a 5ª Semana Social Brasileira.
mmmmmÀ medida do processo outros materiais estarão à disposição na perspectiva de contribuir com as reflexões. Isto não impede que as pastorais, movimentos sociais e outros grupos aliados possam, a partir da proposta do tema de reflexão e contando com a boa vontade e criatividade de tantos irmãos e irmãs, produzir materiais e dispô-los para o restante do Brasil. A contribuição é bem vinda. Até o final no mês o site estará à disposição.
mmmmmOutras informações necessárias poderão ser obtidas pelo email ssb@cnbb.org.br. Os materiais podem ser obtidos pelos e-mails vendas2@edicoescnbb.org.br; vendas3@edicoescnbb.org.br.