entes neste lugar do planeta e também, valorizar a incrível capacidade dos povos da Pan-amazônicos (indígenas, quilombolas e ribeirinhos). Escolhida para acolher o FSM, Belém (capital do estado do Pará) ofereceu como territórios do evento os campus de duas universidades: UFRA-Universidade Rural da Amazônia e UFPA- Universidade Federal do Pará, distantes 2km uma da outra.A estrutura do FSM acolhera o AIL- Acampamento Internacional da Juventude, que
caracterizou-se por ações alternativas de gestão de saúde, alimentação, comunicação, cultura, segurança, economia e moradia, configurando-se num verdadeiro “laboratório” do outro mundo possível . E ainda tendas temáticas com discussões específicas: Espaço Inter-religioso, tenda da Coalizão Ecumênica, tenda Mundo do Trabalho, tenda Cuba 50 Anos, tenda Curumim- Erê, tenda Afro- negritude Quilombola, tenda dos Povos Indígenas, tenda dos Povos da Floresta, tenda Pan- amazônica,
tenda Direito Coletivo dos Povos e Nações sem Estado, tenda Irmã Dorothy, tenda dos Direitos Humanos, tenda da Reforma Urbana, tenda Cartografia Social- povos e comunidades tradicionais, tendas Multiuso e palcos que aglutinavam programações culturais.
Objetivos do FSM
Divididas nestes dois territórios estavam diversas atividades autogestionadas realizadas em torno de 10 objetivos, entre os quais:
- Pela libertação do mundo do domínio do capital, das multinacionais e sistemas desiguais de comércio (...);
- Pela dignidade, diversidade, garantia da igualdade de gênero, raça, etnia e eliminação de todas as formas d discriminações e castas (...);
- Pela construção de uma economia democratizada, sustentável e solidária (...);
- Pela defesa da natureza (Amazônia e outros ecossistemas) como fonte de vida para o Plante Terra e dos povos originários do mundo (indígenas, afro-descendentes, tribais, ribeirinhos), que exigem seus territórios, línguas, culturas, identidades (...).
Cáritas/RS no FSM

Uma grande caminhada, na tarde do dia 27 de janeiro marcou a abertura oficial do FSM 2009. Todas as organizações e indivíduos, trazendo suas cores e símbolos, caminharam até a Praça do Operário (bairro São Braz) marcando a chegada do Fórum da África , sua última sede,
para a Amazônia.
Da Cáritas RS participaram de 8 pessoas:
4 homens: Rodigo Roman (Comunicação/Regional), Altarir Pozzebon (Regional), Gilberto Flach (Regional) e Constante Neto (Dioc. Rio Grande).
Considerações Finais:
No retorno à nosso estado, trouxemos além das bagagens a confiança de que “outro mundo é realmente possível”, pois vimos que não somos os únicos a acreditar nisso. Trouxemos esperança, entusiasmos e perseverança pra que não desistamos de lutar por uma sociedade com justiça social, com distribuição justa de renda e trabalho e cheia de paz.
